terça-feira, 20 de outubro de 2009

Discografia The Presidents of the United States


Excelente banda...Curto Muito!

O Presidents of The USA teve uma história de sucesso das mais inesperadas do rock de Seattle na década de 90. Ao invés de seguir o caminho do grunge, o Presidents escolheram o humor, em músicas punk curtas, simples e absurdas que por algumas vezes soavam assumidamente imbecis, contrastando com a atitude carregada de peso e emoção das bandas que marcaram Seattle.
A fórmula deu certo e o álbum de estréia do grupo vendeu mais de 2 milhões de cópias nos EUA para surpresa de muitos críticos, da indústria da música e da própria banda. Os amigos de infância Chris Ballew (vocal, baixo) e Dave Dederer (guitarra, backing vocal) tocaram em vários grupos e projetos antes de formar o Presidents of the USA por volta de 1990.
Ballew e Dederer tocam, respectivamente, basitar e guitbass, que são guitarras normais (de seis cordas) adaptadas para serem usadas com duas cordas (para o baixo) ou três cordas (para guitarra solo). A idéia original é de Mark Sandman do Morphine, com quem Ballew trabalhou.
Os dois gravaram uma demo, que começou a circular na comunidade musical de Seattle e, nesse processo, garantiu a eles um status de banda cult. O baterista Jason Finn, membro da banda Love Battery, conheceu o grupo em 1991 e acabou entrando na banda em 1993.
Um ano após a entrada de Finn, o Presidents se tornou uma das bandas mais populares na cena local em Seattle. No início de 1994, foi lançado seu álbum de estréia na gravadora independente local Pop Llama Records.
O álbum se tornou um hit no underground e logo atraiu a atenção das grandes gravadoras,com o grupo assinando contrato com a Columbia Records. O álbum foi re-lançado pela Columbia em 1995.
Nessa época, Finn deixou o Love Battery para se dedicar integralmente ao Presidents. A banda emplacou um hit no fim de 1995 quando a música "Lump" estourou na MTV e nas rádios, seguido pelos outros singles "Kitty" e "Peaches".
A banda logo capitalizou seu sucesso repentino lançando seu segundo álbum já no ano seguinte. "The Presidents of The United States of America: II", em novembro de 1996, que acabou não tendo o mesmo êxito do anterior.Em dezembro de 1997, o grupo anuncia seu final, quando Chris Ballew deixa a banda para dedicar mais tempo à família.
Um show de despedida em fevereiro de 1998 e o lançamento do álbum de sobras de estúdio e músicas raras "Pure Frosting" lançado em março, marcaram o fim da banda.
Para surpresa de todos, em 2000 a banda retorna para um último album novo, "Freaked Out And Small", lançado pela gravadora independente Musicblitz (que hoje já fechou as portas).
A banda anunciou na época que o "retorno" havia sido por diversão, e não tinham grandes planos ou expectativas, mas acabaram voltando novamente e em 2004 e 2008, lançaram mais dois bons trabalhos - Love Everybody e These Are The Good Times People.

Clip de Lump,ótima música:



(1995) The Presidents Of The United States Of America



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(1996) Ça Plane Pour Moi [EP]


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(1996) The Presidents Of The United States Of America II


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(1998) Pure Frosting



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(2000) Freaked Out and Small

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(2004) Love Everybody


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(2008) These Are the Good Times People


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(1999) Short Music For Short People


Isso mesmo: "Música curta para gente curta". Sem posts quilométricos , sem músicas infinitas de 9 minutos, sem solos virtuosos, sem letras épicas. 101 músicas de hardcore-punk-ska em 49.5 minutos de anarquia sonora.

Esse album é como um disco de vinhetas, muitas músicas acabam exatamente quando parecem começar, mas interessante é perceber como certas bandas tem gás para se expressar em apenas 30 segundos e a música parecer completa. Bons exemplos são Bad Religion, Tilt, Pennywise, Down By Law e Bracket Jugheads Revenge. Além de possuir ótimos sons de bandas não tão conhecidas como Radio Days, 20%, Bodyjar, Nicotine entre outras.


1. Fizzy Bangers - Short Attention Span (0:08)
2. Less Than Jake - Anchor (0:29)
3. Teen Idols - Ketchup Song (0:29)
4. Terrorgruppe - All Cops Are Bastards (0:24)
5. Good Riddance - Overcoming Learned Behavior (0:27)
6. Chixdiggit - Quit Yer Job (0:24)
7. Living End - Ready (0:34)
8. Bad Religion - Out of Hand (0:39)
9. Hi-Standard - Asian Pride (0:29)
10. Aerobitch - Steamroller Blues (0:26)
11. Nerf Herder - Doin' Laundry (0:29)
12. Bigwig - Freehgan (0:31)
13. Undeclinable Ambuscade - Not Again (0:30)
14. Fury 66 - Waste Away (0:29)
15. The Ataris - The Radio Stills Sucks (0:28)
16. Unwritten Law - Armageddon Singalong (0:35)
17. A.F.I. - Hearts Frozen Soil Sod Once More by the Spring of Rape, Despaire, and H (0:31)
18. Dillinger Four - Farts Are Jazz to Assholes (0:33)
19. Spread - Surf City (0:28)
20. Swingin' Utters - Back to You (0:32)
21. The Bar Feeders - Outhouse of Doom (0:33)
22. Citizen Fish - Alienation (0:32)
23. blink-182 - Family Reunion (0:35)
24. Goober Patrol - Mirror, Signal, Wheelspan (0:28)
25. Killswitch - Saturday Night (0:31)
26. Enemy You - Bedroom Windows (0:24)
27. No Use for a Name - Sara Fisher (0:30)
28. Green Day - The Ballad of Wilhelm Fink (0:32)
29. Consumed - Delraiser Pt III: Del on Earth (0:27)
30. Mr. T Experience - Told You Once (0:11)
31. Lagwagon - Randal Gets Drunk
32. Gwar - Fishfuck (0:32)
33. The Dickies - Howdy Doody in the Woodshed (0:32)
34. Samiam - Long Enough to Forget You (0:29)
35. Dogpiss - Erik Sandins Stand-In (0:33)
36. 59 Times the Pain - We Want the Kids (0:20)
37. Bracket - Warren's Song (Pt. 6) (0:30)
38. Nomeansno - No Fgnuikc (0:31)
39. Descendants - I Like Food (0:17)
40. Dance Hall Crashers - Triple Track (0:32)
41. Guttermouth - Don Camero Lost His Mind (0:29). Lagwagon - Randal Gets Drunk (0:27)
42. Limp - X-99 (0:37)
43. Jughead's Revenge - Faust (0:30)
44. The Circle Jerks - Deny Everything (0:24)
45. The Offspring - Hand Granade (0:36)
46. The Mad Caddies - Mike Booted Our First Song, So We Recorded This One Instead (0:28)
47. Criminal - Union Yes (0:33)
48. Screeching Weasel - Dirty Needles (0:27)
49. One Man Army - 300 Miles (0:29)
50. Strung Out - klawsterfobia (0:30)
51. Youth Brigade - You Don't Know Shit (0:34)
52. The Groovie Ghoulies - Doin' Fine (0:27)
53. Tilt - John for the Workin' Man (0:30)
54. Spazz - A Prayer for the Complete and Utter Eradication of All Generic Pop-Punk (0:26)
55. The Damned - It's a Real Time Thing (0:31)
56. 88 Fingers Louie - All My Friends Are in Popular Bands (0:30)
57. D.O.A. - I Hate Puck Rock (0:31)
58. Pulley - Fun (0:31)
59. The Vandals - To All the Kids (0:28)
60. Pennywise - 30 Seconds 'Till the End of the World (0:31)
61. No Fun at All - Get a Grip (0:26)
62. Sick of It All - Blatty (Human Egg) (0:32)
63. All - I Got None (0:29)
64. NOFX - See Her Pee (0:32)
65. Seconds - F.O.F.O.D. (0:31)
66. Rancid - Blacklisted (0:26)
67. Diesel Boy - Chandeliers & Souvenirs (0:29)
68. Adrenalin O.D. - Your Kung Fu Is Old...And Now You Must Die! (0:31)
69. Frenzal Rhomb - My Pants Keep Falling Down (0:31)
70. The Queers - I Hate Your Fucking Guts (0:30)
71. D.I. - Comin' to Your Town (0:26)
72. Black Flag - Spray Paint (0:32)
73. White Flag - Rage Against the Machine Are Capitalist Phonies (0:28)
74. Anti-Flag - Bring It to an End (0:28)
75. Avail - Not a Happy Man (0:34)
76. The Real McKenzies - Old Mrs. Cuddy (0:30)
77. Agnostic Front - Traitor (0:30)
78. Down by Law - Life Rules 101 (0:31)
79. Radio Days - Wake Up (0:31)
80. Useless ID - Too Bad You Didn't Get In (0:33)
81. Poison Idea - Humanity (0:34)
82. Ken O'Steel - In Your Head (0:24)
83. Subhumans - Supermarket Forces (0:32)
84. Buck Wild - Tribute to the Mammal (0:22)
85. Lunachicks - Pretty Houses (0:28)
86. Dwarves - The Band That Wouldn't Die (0:37)
87. Bouncing Souls - Like a Fish in Water (0:33)
88. Trigger Happy - Turn It Up (0:30)
89. One Hit Wonder - Madam's Apple (0:31)
90. Hotbox - Staggering (0:28)
91. Twenty Percent - DMV (0:28)
92. Snuff - Big Fat Skinhead (0:30)
93. The Muffs - Pimmel (0:34)
94. H2O - Mr. Brett, Please Put Down Your Gun (0:29)
95. Bodyjar - Wake Up (0:33)
96. Nicotine - Eyez (0:25)
97. Satanic Surfers - Another Stale Cartoon (0:30)
98. Ten Foot Pole - I Don't Mind (0:31)
99. Caustic Soda - Welcome to Dumpsville Population You (0:25)
100. The Misfits - NY Ranger (0:03)
101. Wiso - The Count (0:31)

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quinta-feira, 15 de outubro de 2009

(1997) V.A . - Californian Reggae Movement


Pedrada demais, Coletânea Monstruosa das Melhores Bandas de Reggae, Dub, Ska da Califa....
Conta com músicas do SUBLIME(é claro), Halfpint, Filibuster dentre outras bandas.
Seleção Musical muito bem escolhida, álbum recomendado a todos... sem excessão, ehhehhe!

Apreciem sem Moderação!

01 - Long Beach Dub Allstars Feat. HR - I Luv I Jah (Live)
02 - Halfpint - Have A Little Faith
03 - Bargain Music Feat. I-Man - Long Beach Millenium
04 - Sublime - D.J.S.
05 - Filibuster - Rat Pack
06 - Long Beach Dub Allstars & Barrington Levy - Radio Interview Pt.1
07 - Long Beach Dub Allstars Feat. Barrington Levy - Promised Land (Live)
08 - Bargain Music Feat. HR - Black Eye
09 - Filibuster - Showdown Dub
10 - Halfpint - Winsome
11 - Sublime - 40oz. To Freedom
12 - Bargain Music - Dub Fucking Mad
13 - Filibuster - Aargh St
14 - Long Beach Dub Allstars & Barrington Levy - Radio Interview Pt.2
15 - Long Beach Dub Allstars Feat. Barrington Levy - Live Performance
16 - Long Beach Dub Allstars & Barrington Levy - Radio Interview Pt.3
17 - Long Beach Dub Allstars Feat. Barrington Levy - Murderer (Live)



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quarta-feira, 14 de outubro de 2009

(1994) Skank - Calango


Esse já tinha um pouquinho de tempo que estava afim de postar...mas tava difícil de achar link bom.

"Calango" é o segundo álbum do Skank, lançado em 1994, é o meu preferido da banda até hj.

Sonzera com influências do reggae muito fortes, com complexos arranjos de metais (sax, trompete e trombone) em praticamente todas as faixas, particulamente preferia esse antigo estilo musical da banda, bem diferente do atual(jamais desmereçendo os caras,que continuam com competência e harmonia mandando suas músicas de altissíma qualidade).
Mas,gosto é gosto...né?
é isso! Paz...


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Marvin Gaye - What's Going On

Sonzera Demais...

A Tuba Antiatômica do Planalto


Essa também é umas das bandas que faz falta aqui no cerrado, me lembro de diversos shows divertidíssimos que fui dos caras, era muito massa a cena musical no início do século XXI em Brasília. A Tuba Antiatômica começou em 1993 como um grupo de teatro, o Nu Trágico. No decorrer dos seis anos de trabalho, a comunicação começou a tornar-se essencialmente musical, nos levando à formação definitiva da A Tuba Antiatômica do Planalto em 1998. A mistura de vários estilos e ritmos, as letras críticas e questionadoras, a proposta estética irreverente e uma presença de palco marcante fazem do show da Tuba um espetáculo cênico-musical polissacarídeo.

Recomendadissímo, alta qualidade.

Vídeozinho da banda:




2000 - A Tuba Antiatômica do Planalto (EP)

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2003 - A Tuba Antiatômica do Planalto

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(1997) Os Cachorros das Cachorras

Gérson de Veras,o verdadeiro:KaphaGérson

Ae cachorrada de Taguá, se liga que aí é raridade....Recomendadíssimo!

Memorável raridade, quem da malucada de Taguá não se lembra de ver essa galera tocando seja no D.I,no Caixa d'água, ou até mesmo no meio da rua?

Os Cachorros das Cachorras ou A volta dos que não foram

Aqueles que pensaram que a Banda não mais existia seus integrantes justificam-se parafraseando o grupo Os Novos Baianos: “...Não estamos voltando ainda estamos indo...”

Mas realmente a banda acabou...

Então, por onde andaram estes vagabundos?

Perambulando pelo mundo, trilhando e compondo trilhas para teatro e cinema, em vários projetos solo e paralelo. Sempre mudando de esquema.

A banda os Cachorros das Cachorras nasceu em Brasília nos anos 90. Primeiramente eles tocavam covers, inclusive do James Brown com I Feel Good. Porém, as composições próprias foram nascendo e assim surgiu uma banda que fez história em Brasília com letras loucas e engraçadas, muitos metais, e um estilo único.

Os vocais da banda e as letras das canções ficaram ao cargo do meu camarada Gérson de Veras, que ficou conhecido como KaphaGérson. A formação da banda variou com os anos até chegar na formação que gravou este disco. Vários guitarristas passaram pela banda até chegar no definitivo, Toronto Viramundo. A banda também teve um naipe de metais com trombones, trumpetes e vários saxofones. Porém na gravação deste disco ficaram apenas dois saxofonistas, Ricardo Barrenechea e Rodrigo Cobrinha. A bateria ficou a cargo de Zimbatera e João Limão, enquanto o baixo ficou com Alfredog Soriano.

Após a gravação do tão esperado álbum, a banda se separou, e cada integrante foi para um lado. Gérson de Veras continuou sua carreira de poeta e produtor de eventos, Alfredog foi tocar com Simone Soul no Projeto Cru, Ricardo formou o quarteto de sopros Babando o Bambu, Zimbatera, João Limão e Toronto continuaram tocando nos bailes da vida enquanto Rodrigo Cobrinha abriu um estúdio de gravações, e participa dos shows com a banda Piramid.
O disco de 1997 contou com a participação especial de Marco Suzano na percussão, Chico César nos vocais (na canção Sexo dos animais) e Nelson Gonçalves (na canção Baião de dois bolero-lero).
A um bom tempo atrás Gérson de Veras se reuniu com Cobrinha, Toronto e João Limão para fazerem mais shows com o nome Os Cachorros das Cachorras. Para isso convidaram outro baixista, Baudu, e mais um guitarrista, Sergio Cepa.
No estúdio Casulo, Cobrinha já gravou uma canção inédita da banda com a formação atual. Esperamos que a banda alcance a repercussão necessária para gravar o segundo disco.

Quem sabe algum dia os caras voltem....Seria muito bom pois era uma ótima banda.


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quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Vida Sobre Rodas

Em breve nos cinemas....

Esse filme vai ser muito bom, tô doidim pra ver, o filme mostra a história do skate no Brasil, desde a fase marginal dos anos 80 ao estrelato e sucesso conquistado por skatistas como Bob Burnquist, Sandro Dias, Lincoln Ueda e Cristiano Mateus.

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

( 1973) Thin Lizzy - vagabonds of the western world


Thin Lizzy é uma banda de hard rock formada em Dublin, Irlanda em 1969.Formado em 1969 pelos irlandeses Phil Lynnot (baixo e vocal), Brian Downey (bateria) e Eric Bell (guitarra),o Thin Lizzy iniciou as suas atividades tocando em pequenos clubes e bares. O repertório variava entre covers e algumas composições de Phil. Em 1970 assinam com o selo Decca, onde lançam três albuns e uma série de compactos. Nos dois primeiros álbuns, "Thin Lizzy" e "Shades of Blue Orphanage", o estilo ainda era centrado em uma mistura de Folk e Blues. Já neste disco que é o terceiro álbum da banda, eles optaram por um som mais pesado e conseguiram colocar nas paradas de sucesso os singles "Whiskey in the Jar" e "The Rocker". A banda começava, enfim, a ter sucesso.
A banda é reconhecida como uma das primeiras bandas de rock a empregar a "double lead guitar harmony", uma técnica pioneira do Wishbone Ash, na Inglaterra e Lynyrd Skynyrd e Allman Brothers, nos Estados Unidos. Esta técnica foi refinada e popularizada, mais tarde, pelas bandas do " New Wave of British Heavy Metal". Judas Priest e Iron Maiden, principalmente.

Esse petardo sonoro foi solicitado por Clariana,mais uma vez valeu pela ótima dica!



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Aí é o King Size...

Caraca,to passando mal aki,ví esse vídeo e dei tilt com a pala desse louco......

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

(2007) Mike Pinto


Conheci o ótimo som desse cara tem pouco tempo, e foi o suficiente pra ficar viciado na sonzera, surf music style demais, skema california tipo Sublime, bem praiero misturando ska,reggae e hip hop... virei fã desse cara!

Mike Pinto (Violão/Vocal) cresceu em Fairless Hills (Pennsylvania) e se formou na University of Delaware em Maio de 2004. Ele já trabalha com música à 7 anos e foi em San Diego, Califórnia onde a carreira dele deu uma boa guinada. Suas maiores influência musicais são: Bradley Nowell, Bob Marley, Jack Johnson e A Tribe Called Quest.

Pode baixar sem medo que é sonzera,classe demais!


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(1994)Raimundos - Raimundos



Álbum fundamental do Rock de Brasília e do Brasil.

Chapação de 1994, verdadeira obra-prima, o melhor de sua geração, com 14 faixas (mais duas reprised) de um crossover inédito entre forró/baião e hardcore/metal, com letras adolescentes boca-suja que deram voz a uma geração inteira. Eles cantavam o que a molecada gostaria de cantar, basta lembrar das canções entoadas nos ônibus de passeios escolares.

Eta,tempo véi loko que não volta atrás...


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Programa MTV+ Raimundos

Programa MTV + no qual os integrantes do Raimundos falam sobre sua trajetória cercada de peculiaridades e que botou a banda, sem dúvida alguma, entre as cinco maiores do rock nacional de todos os tempos.






Maskavo Roots


Esse outro álbum que marcou época aqui na capital federal, já estava afim de postar esse cd tem tempo, só que não tava rolando o link, CD muito bom esse que trazia músicas como "Besta Mole", " Tempestade" dentre outras com muita influência de SKA e com um estilo próprio e que revelou o Maskavo Roots no cenário nacional....Não confundam Maskavo com Maskavo Roots, pois apesar de ser "a mesma banda",eheheh...Não tem nada a ver...A partir do momento que Marcelo que era o vocal da banda na época do Roots saiu, a banda tomou um rumo muito mais pop e fez um sonzinho clichê para vender, estilo malhação!


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(20/09/09) Show Little Quail no Porão do Rock 2009



Ae galera, pra quem viu ou não viu, não conheçe, ou pra quem se amarra nos caras das antiga como eu, to mandando ae o show do Little Quail que aconteceu no dia 20 deste mês no festival Porão do Rock.... Só sucesso!



1. 1,2,3,4
2. Berma is a Monster
3. Samba do Arnesto
4. Baby Now
5. Mamma Mia
6. Me espera um pouco
7. Mau-mau
8. A alegria está contagiando o meu coração
9. Conversa
10. O sol eu não sei
11. Família que briga unida, permanece unida
12. Essa menina
13. Aquela
14. Conversa
15. Dezesseis
16. Azarar na W3
17. Umbabarauma
18. Conversa
19. Galera do fundão
20. Cigarette


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(1994) Little Quail and the Mad Birds - Lirou Queiol en de Méd Bârds


Se o último post foi um clááásico..... Nem sei o que dizer desse aqui! Primeirão do Little Quail and The Mad Birds, CD muito bom, esse post até dedico ao meu amigo Gleno, pois hoje em dia ele não tem mais esse cd original desde 2000 graças a minha pessoa ... Se servir de consolo faz o download ae mané...ehehhehe!

Vídeo de Família que briga unida permanece unida que faz parte deste cd, muito antigo esse clipe que é comédia demais, a resolução não tá lá muito boa,mas dá pra curtir:




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(1996) Little Quail and the Mad Birds - A Primeira Vez Que Você Me Beijou

Cláááássico!

Melhor Banda que já saiu daqui de Brasília.....Lendária,divertida e chega até a ser nostálgica por trazer lembranças de uma época muito boa da música em Brasília, tempos do grande circular, teatro garagem e por aí vai!


Little Quail And The Mad Birds, banda fundada em 1988, sendo formada por Gabriel Thomaz (guitarra/voz), Zé Ovo (baixo/voz), e Bacalhau (bateria) conseguiu bons feitos durante a sua carreira. De toda a nova geração dos anos 90 eles foram a primeira banda a entrar na programação diária em rádios de São Paulo e Brasília, com o lançamento do 1º CD, em 93 pela finada “Banguela Records”. Em 94 pegaram a Parati do Zé Ovo e caíram na estrada por 3 meses dormindo onde desse e tocando onde fosse possível! E mais tarde, com o estouro dos amigos do “Raimundos”, fizeram vários shows de abertura para eles em casas como o Metropolitan e o Palace. E por méritos próprios, abriram vários shows de bandas renomadas como os Titãs, Ramones, Toy Dolls e participaram do Close Up do Rio. Um dos maiores sucessos dos “Raimundos”, “I saw you saying that you say that you saw!”, nasceu de uma parceria de Rodolfo com Gabriel. Mas foi em 1996 que eles lançaram esse 2º CD, “A Primeira Vez Que Você Me Beijou” desta vez pela “Virgin-Brasil” – uma divisão da “EMI”, e o que parecia ser um passo para o reconhecimento nacional, acabou sendo um CD mal distribuído e conseqüentemente mal vendido. Desgostosos com o resultado a galera resolveu se separar em 97, deixando para trás 9 anos de uma banda que rodou por aí em 186 shows se divertindo e sobretudo fazendo amigos e conquistando cada vez mais fãs. Zé Ovo virou roadie dos amigos de Brasília do “Maskavo Roots”; Bacalhau voltou para Brasília onde fundou o “Rumbora”; e o Gabriel foi morar no Rio e montou novamente um “power trio”, junto com Simone (ex-baixista do Dash) e Bacalhau (ex-baterista do Planet Hemp). Não deixe de conferir “AA”, “Me Espera Um Pouco”, “Mau-Mau”, “Galera Do Fundão” e “Composição De Sucesso”.

Imperdível!!


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Frase do dia.

Depressão nada mais é que raiva sem entusiasmo.

(2002) Queens Of The Stone Age – Songs For The Deaf


Songs For The Deaf é o terceiro álbum de estúdio lançado pela banda Queens of the Stone Age em 2002, também é conhecido por incluir Dave Grohl( ex-Nirvana) como baterista convidado.
Com o lançamento deste álbum, a banda conquistou público e boas críticas, ganhando status de salvadores do rock. Com a grande veiculação da música No One Knows pelas mídias (rádio e TV), a banda acabou tendo um sucesso inesperado pelos músicos.
A versão em vinil saiu pela gravadora Ipecac Records (de Mike Patton) e com a arte da capa diferente da encontrada em CD.

Vídeo de No One Knows ao vivo:




Sonzera das boas....só pegar!


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sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Frase do dia.

A luz viaja mais rápido que o som, exatamente por isso achamos algumas pessoas brilhantes até ouvir o que elas tem a dizer.

A Arte de Vladimir Kush

Pirei na arte desse Russo chamado Vladimir Kush, surrealismo inté umas hora,ehehhe.
Preciso falar nada, as pinturas falam por si só...










Cagada de Estilo

Aí é bundinha de veludo...Vai Venu!

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

(2004)DANGER MOUSE PRESENTS: THE GREY ALBUM


The Grey Album entrou para a história no ano de 2004, e tudo começou quando Danger Mouse(Hj conhecido por formar a dupla Gnarls Barkley) teve a idéia de usar o Vocal de Jay-Z do álbum "The Black Album" juntamente com os instrumentais do "The White Albúm".
A idéia foi produzir um café com leite musical, com dois estilos musicais associado a pessoas negras ou brancas.
E a Mistura deu certo musicalmente falando, pois no judicialmente falando, se brincar essa treta deve rolar até hj, pois a indústria fonografica caiu matando em cima de Danger Mouse que produziu as músicas com samplers não autorizados pelos que possuem os direitos autorais dos Beatles, isso inclusive é muito bem mostrado neste documentário que postei intitulado "Good Copy Bad Copy" no post anterior!

É isso, baixem o álbum ae que é do mesmo nivel do Jay-z At Studio One que tmb já mandei por aqui!


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Frase do dia.

A dissonância me atrai, a consonância me distrai e muito açúcar me enjoa.

GOOD COPY BAD COPY (Documentário Sobre a Cultura Livre)


Documentário Excelente...

O melhor documentário sobre direitos autorais e cultura livre já feito até hoje. Com entrevistas que vão desde o DJ Girl Talk, até o produtor nigeriano Charles Igwe e passando pelo presidente da International Federation of the Phonografic Industry, John Kennedy, os diretores conseguiram captar a tensão existente no debate atual entre detentores de conteúdo da indústria tradicional e artistas da nova indústria.
O documentário traça diferentes manifestações de cultura pelo mundo e as confronta com o atual modelo de direitos autorais. Entrevistando nomes tão diferentes como os DJs Girl Talk e Dangermouse, os advogados Lawrence Lessig e Ronaldo Lemos, Dan Glickman (CEO da MPAA, a associação de produtores de Hollywood), acadêmicos, executivos e outros especialistas e entusiastas do tema, o filme acompanha a pirataria de discos na Rússia, a crescente indústria cinematográfica da Nigéria (hoje o país que mais produz filmes por ano no mundo – mais que os EUA e que a Índia), a forma como produtores musicais se apropriam de obras alheias para criar músicas novas, a história do site sueco Pirate Bay (que desafiou a legislação americana) e os mercados de nicho no Brasil, com o funk carioca e o tecnobrega em Belém.
Juntando diferentes pontos e iniciativas realizadas ao redor do globo, o filme mostra como a cultura livre pouco a pouco está deixando de ser uma exceção. O documentário ainda não foi lançado em DVD, mas pode ser baixado de graça em seu site oficial, que tem um link para o torrent do filme.

Entrevista com os documentaristas Henrik Moltke, Ralf Christensen e Andreas Johnsen

(Por Alexandre Matias, do Estadão: http://www.link.estadao.com.br/index.cfm?id_conteudo=11236)


Mercado pirata em Belém do Pará



Lawrence Lessig - Creative Commons



Danger Mouse


O movimento de software livre, a invenção do sampler, a criação do Napster, o Grey Album do DJ Dangermouse, o Creative Commons de Lawrence Lessig. Diferentes acontecimentos colocam em xeque o direito autoral tradicional, com alternativas sendo cogitadas na marra. Mas o que é pirataria em tempos de cultura digital? É possível controlar cópias? Esses são apenas alguns temas abordados no documentário Good Copy Bad Copy, que acaba de ser lançado na internet por três cineastas dinamarqueses, Henrik Moltke, Andreas Johnsen e Ralf Christensen, que deram, em conjunto, a entrevista a seguir.

Vocês tinham alguma conexão com o movimento de cultura livre antes de fazer o filme?
Henrik Moltke: Eu faço parte tanto do Creative Commons da Dinamarca como participei do projeto Free Beer (uma cerveja cuja fórmula é publicada na web para quem quiser fazer em casa). Este era o passo seguinte.
Andreas Johnsen: Eu não tinha nenhuma relação, mas como sou documentarista, os direitos autorais quase sempre atrapalhavam meu trabalho.


Vocês foram para a Nigéria, Suécia, Rússia, Brasil e vários outros países. Há uma consciência global sobre este tema?
Andreas: Não acho que as pessoas saibam o que está acontecendo de verdade. Elas sequer sabem o que é legal ou ilegal e quais as conseqüências ao comprar uma cópia legal ou ilegal. A maioria não sabe o que é DRM (Digital Rights Management, tecnologia que restringe o uso e a cópia de arquivos digitais) e como isso é restritivo. Mas as pessoas irão descobrir, creio que haverá um grande levante contra este controle e o movimento pelo compartilhamento e pela abertura dos direitos irá crescer cada vez mais.
Ralf Christensen: O direito autoral é algo desconhecido ou irrelevante para o cidadão comum em muitos países, por não ser regulado ou por não ser ensinado. Isso cria aberturas interessantes para os negócios e a cultura, algumas criminosas e outras criativas. Existe sim uma consciência global no movimento de cultura livre, que isto é um problema – ou uma oportunidade – global. E certamente as corporações multinacionais também têm consciência disto e tentam reforçar o direito autoral pelo planeta, como, por exemplo, a indústria fonográfica que agora tenta empurrar isso na Índia e na China.

Há pontos-chave na evolução da cultura livre que merecem ser destacados?
Henrik: As primeiras redes de computador que eram livres e o processo colaborativo de construção da Arpanet, a rede que deu origem à rede que hoje chamamos de internet. Há também o movimento do software livre, liderado por Richard Stallman. O lançamento da série de licenças flexíveis Creative Commons e o livro Cultura Livre, de Lawrence Lessig.
Ralf: E a controvérsia ao redor do Grey Album (disco em que o DJ Dangermouse juntou vocais do rapper Jay-Z com instrumentais dos Beatles), que resultou no dia de protesto online conhecido como Grey Tuesday. A história do uso de samples no hip hop também tem a ver com o crescimento da cultura livre.

Vocês visitaram o Brasil. O que o País tem a contribuir com este movimento?
Andreas: Vocês têm movimentos únicos que têm uma aproximação diferente sobre propriedade intelectual, como o tecnobrega de Belém e o baile funk do Rio, que funcionam há anos como um sistema em que ninguém ganha pela música, mas a música também não pertence a ninguém.
Ralf: O Brasil tem também uma história forte de reconhecer o canibalismo cultural como um método de trabalho. Isso já era usado pelos tropicalistas nos anos 60, que abraçaram a idéia de “comer” cultura e criar algo novo a partir disso, mas isso vem do Manifesto Antropofágico, do Oswald de Andrade, de 1928. É uma longa história de ter consciência que a cultura brasileira é uma cultura de remix. E é brilhante!
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