E aki seguem 3 cds maravilhosos pra ouvir inté umas horas....ehehehhe
The Apples - Buzzin' About(2008)

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The Apples - Attention!

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Fiz esse blog para compartilhar dicas de sons,idéias e experiências....Espero que gostem! Este blog possui caráter estritamente cultural e não lucra de forma alguma com o conteúdo publicado. Os arquivos são hospedados em servidores externos e possuem prazo de validade. Se você se sentiu prejudicado de alguma forma, nos envie um e-mail que removeremos o conteúdo imediatamente. Se você baixou algum álbum e gostou , comente o que achou e sugiro que o compre em alguma loja especializada.











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Que Deus o perdoe ou o diabo o carregue. Mas ao ver do Tsunami, ele só conseguia pensar naquela fixação de adolescência: O rio de cerveja. Que passou derrubando árvores, pensamentos e o deixou anestesiado, alienado e tão feliz quanto poderia ser. Uma vez mergulhado no rio, era como estar de volta ao útero materno ou então deveria ser, afinal ninguém se lembra como era quando esteve lá (mas a imagem é boa, né?). Pois bem, naqueles tempos não havia outro roteiro: sexta e sábado eram dias sem sentido se não seguissem num virar de copos incessante, rumo ao desconhecido. Um Show qualquer, um papo com os amigos no D.I, um casamento no Plano Piloto, um churrasco em Taguá, tudo virava leito para o rio correr, arrastando homens entre outros animais e manchando uma reputação ainda não de todo formada. Mas valia a pena, tanto que não deixou razões para arrependimento. Ainda não havia para ele e nada acontecia em seu coração. Quer dizer, nada que não pudesse ser adiado para a idade adulta, quando ele deixaria de ser inconseqüente por opção própria. Porque havia muito a fazer ali, no que restava daqueles 19 anos.
Se beber, não dirija. Ele levou ao pé da letra o conselho: nunca aprendeu a dirigir. Vagava pelas madrugadas da cidade perigosa (ele nunca soube) de ônibus, deixando a janela aberta para o vento entrar e embalar seu entorpecimento. Ninguém iria incomoda-lo na sua viagem. Deitava na cama, o teto rodava e ele achava que as portas da percepção tinham sido abertas – pensamentos incríveis o tomavam e de repente ele entendia tudo, tudo mesmo: todo o cosmo passava pelo seu quarto e ele não se via mais como poeira estelar. Mas ao acordar voltava a culpa, a bordo da ressaca. De intensidades variáveis, mas sempre a espetar seu cérebro dolorosamente. O jeito para não se matar era sair andando, pensando na vida, refazendo planos, jurando nunca mais perder o controle nesse seu processo maluco de autoconhecimento. Matara neurônios naquela noite, um dia eles poderiam fazer falta. Se fosse domingo seria pior, desde pequeno, ao ouvir o tema dos trapalhões, sentia-se melancólico. O fim de semana acabara e ele nem tinha feito o dever de casa. Pois até hoje, quando o sol se põe no domingo, ele fica amargo achando que ainda não fez o dever de casa da sua vida.
Mas a semana passa. E chega a sexta-feira de novo e tudo recomeça. A única certeza era a cerveja. Meninas, ressaca, boa música, bom papo, micos diversos, paradeiro, tudo era incerto. No rastro do tsunami, ninguém sabia o que poderia acontecer. Hoje em dia, ele não tem mais 19 anos e não sabe quantos neurônios perdeu – os que restaram, pelo menos, dão para o gasto. Viu Amigos que não se deram bem com a mesma trip e hj renegam tudo, amigos que entraram em trips mais pesadas, amigos caretas ainda e amigos que, como ele, ainda se arriscam a uns mergulhos de vez em quando. A marca de suas desventuras é bem visível: uma barriga que ele jura exterminar abdicando de tudo, menos da cerveja. Ele vive numa época diferente em que, entre os homens de sua idade, virou uma obsessão apagar as marcas da vida. Alguns têm abdomens talhados a lipo, outros passam cremes no rosto e há os que se especializavam em sair com meninas que têm a metade da sua idade. Eles são muito maduros e portanto talvez não contem a elas que um dia o rio os tragou e eles foram muito felizes. Hoje fazem caras de sabichões e preferem tomar vinho. Em goles curtos, coreografados.











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Desentendimentos, brigas, overdoses, turnês massacrantes, falta de grana. É a história de infinitas bandas roqueiras, mas no caso do Ratos de Porão, multiplique isso por dez. É quase um milagre essa banda estar nos 28 anos de vida --e contando. Essa trajetória ganha um necessário registro em "Guidable - A Verdadeira História do Ratos de Porão", filme que condensa em 121 minutos entrevistas, depoimentos e imagens referentes a este grupo que é dos mais representativas do punk/hardcore mundial.
O filme será exibido a partir de maio em mostras e festivais de cinema. Em seguida, será lançado em DVD, com um farto material de extras, segundo o diretor Fernando Rick, 25.
"Havia muita coisa de arquivo. Só de caixa de fitas VHS eram sacos e sacos que estavam na casa do [João] Gordo. Havia muitas fotos, imagens", conta.
"Guidable" começou a ser produzido em 2006. Foi finalizado no final do ano passado. Entre as imagens colhidas por Rick, estão as de show no Hangar 110, em São Paulo, em 2007, visto por ex-integrantes do Ratos, como Spaghetti e Jabá.
No documentário, a história do Ratos é revelada a partir dos depoimentos de todos que já passaram pela banda, além de testemunhos de gente como Andreas Kisser (Sepultura), Iggor Cavalera (ex-Sepultura) e Rédsson (Cólera).
Além disso, há imagens históricas de eventos como o Começo do Fim do Mundo (primeiro festival punk do Brasil, ocorrido em 1982, em SP).
A banda não foge de assuntos espinhosos, como as discussões entre os integrantes e o envolvimento com drogas --Jabá fala de sua expulsão do Ratos, por estar viciado em crack.
"Guidable" é um filme indispensável para conhecer parte importante do rock brasileiro, de uma banda que produziu clássicos como "Beber Até Morrer" e discos fundamentais do punk-hardcore, como "Crucificados pelo Sistema" (1983), "Brasil" (1989) e "Carniceria Tropical" (1997).

Roda de Funk - o 1º CD do Funk Como Le Gusta, é um ótimo combustível para festas! Aliviando a tensão da rapaziada com boa música traz clássicos como Olhos Coloridos e Meu Guarda-Chuva. Este álbum vem com a faixa 16 Toneladas e participações de Fernanda Abreu, Sandra de Sá, Banda Mantiqueira e Black Alien.

